segunda-feira, 11 de maio de 2015

O Beagle é um dos mais antigos hounds (cães de caça e presa) que caçam pelo faro. As descobertas arqueológicas comprovam em cenas de caçadas retratadas em desenhos e pinturas, que há centenas de anos existiram diversos tipos de hounds muito parecidos com os atuais, dentre eles os Beagles.

De acordo com vários estudiosos da raça, o nome "Beagle" começou a ser utilizado no século XV para descrever pequenos hounds que caçavam em matilhas, não se referindo à uma raça específica. Esses cães possuíam características heterogêneas, mas, tinham alguns pontos em comum, como o porte pequeno e a predisposição natural para a caça.
Entre os anos de 1457 a 1509, no reinado de Henrique VII existem referências aos pequenos hounds, que atualmente são chamados de Beagles.
Na Grécia Antiga, Xenofontes em 350AC em seu ensaio "Cynegeticos" (ou Tratado de Caça) usava hounds nas suas caçadas às lebres, que poderiam ser do tipo Beagle atual.
Por volta de 100 DC, Arriano, famoso historiador grego, descreveu o "Agaseous" e suas observações poderiam aplicar-se ao Beagle.
Guilherme, o Conquistador, foi quem trouxe o hound Talbot (pouco conhecido atualmente) para a Inglaterra. Ele tinha o porte grande, a cor predominante era o branco e foi utilizado na formação do antigo hound do Sul, do qual provavelmente descendem os Beagles modernos. Aliás especula-se que o sangue Talbot seja o responsável pelo aumento de tamanho em alguns Beagles.
Em 1560 Johanes Stradanus pintou uma pequena matilha de Beagles caçando coelhos.
No início do século XVII Edward Topsell, B.A.Cantab, um conhecido zoólogo, escreveu dois livros sobre animais mencionando cães terriers ou Beagles, conhecidos em alemão como Lochundle e classificando-os como cão de faro.
O rei Charles II(1630-1685) freqüentemente caçava lebres com Beagles, conforme relatado no livro "The Life of Charles II", de Sir Arthur Bryant.
Os poetas ingleses Shakespeare, Chaucer, Dryden e Pope fazem referências a hounds.
O rei Guilherme(1762-1830) sempre manteve uma matilha de Beagles.Alguns autores do século XVII mencionam um Beagle do Norte, mais rápido e mais elegante que o Beagle Cotswold.
No século XVIII William Somerville descreve as características do Beagle Cotswold e como criou alguns de seus melhores Harriers cruzando este tipo de hound com o antigo hound do sul.
Em 1750 Peter Beckford, a maior autoridade inglesa em caçadas, escreve o clássico "Thoughts on Hunting" onde menciona que o fox-beagle era muito vivo e tinha passadas leves e rápidas e explica como cruzou este com os seus Harriers com o objetivo de criar um hound com maior propulsão e determinação.
O rei Jorge IV possuía uma matilha de beagles e posou com eles em um de seus melhores retratos.
Em 1803, Edward Sydenham publica seu famoso livro "Cynographia Britannici" que contém uma gravura colorida representando Beagles. Em 1804, Reinagle indica em Sportsman's Cabinet que existem Beagles de vários tamanhos e ainda descreve : " ... São os menores hounds do país, possuem um faro especial para lebres e são vigilantes infatigáveis na sua perseguição." e ... O tom suave e melódico de sua voz parece ser o atrativo mais forte para o conhecido prazer estático desta caçada".
      
George Stubbs (1722-1806) artista famoso por seus quadros de cavalos, que também pintou Beagles.
Em 1835 nasce Walter William Skeat, famoso escritor e filólogo inglês se refere a palavra "Beagle" em The Squire of Low Degree.
J.F.Herring pintou um retrato do príncipe Alberto com seus Beagles e esta obra foi reproduzida em "The Sport Sketch Book", edição de J.W.Carleton em 1842.
Os irmãos Barraud retratam Maynard com os Beagles da Rainha Vitória. Estes hounds eram bem pequenos e eram conhecidos como "Pocket Beagle" ("Beagles de bolso").
A Rainha Elisabeth I possuía numerosos exemplares, chamadosde Pocket Beagle, Glove Beagle ou ainda Beagle Elisabeth

Em 1879 J.H.Welsh, que usava o pseudônimo de "Stonehenge", era um dos mais famosos autores da biografia canina e renomada autoridade mundial em cães de todas as raças conhecidas e publicou em sua obra que: -todo hound inglês com menos de 40,64cm de altura geralmente é chamado de Beagle;
- o verdadeiro Beagle é um exemplar em miniatura do antigo hound do sul, porém com maior simetria que o seu ascendente; 
- com a criação do "Beagle de bolso" houve uma perda da simetria e manteve-se a constituição robusta, mas não era possível manter uma matilha de Beagles com menos de 23 ou 25cm de altura. Eles eram vagarosos o suficiente para permitir que seus acompanhantes o alcançassem a pé, porém alguns caçadores possuiam uma matilha para caçar coelhos. 
"Idstone", pseudônimo do Ver.Thomas Pearce, refere-se aos pequenos hounds de Crane dizendo que "...jamais foram superados em excelência no campo e beleza nas pistas." O Padrão de Crane é de 23cm e todos são modelos de simetria e força. Crane morreu em 1894 e dois anos antes sua matilha havia sido dizimada pela sinomose. Pouco tempo depois que os melhores exemplares morreram, os Beagles de bolso se tornaram raros.
Ocasionalmente ocorrem registros citando Beagles de pêlo duro, mas esta variedade nunca se tornou tão numerosa ou suficientemente popular.
Em 1892, a Waterloo publicou "Study Book of Packs of Beagles" como parte do livro de origem dos Harriers.
Na virada do século, Rawdon Lee, baseado nas tabelas de caça do "Rural Almanack" afirma que havia cerca de 40 matilhas de Beagles em atividade na Inglaterra, sendo que muitas delas possuíam o sangue Harrier em seus cães. Este é o Beagle que conhecemos atualmente.

Nos meados do século 19, o Reverendo Philip Honeywood restabeleceu a criação de Beagles. Estes cães eram criados visando apenas a sua excelência no trabalho de caça. A aparência destes cães não era um fator importante. 
Thomas Johnson criou alguns Beagles excelentes e foi um dos poucos criadores da sua época que tentou aprimorar o tipo e a aparência dos seus hounds.
Ainda era possível encontrar beagles com características bem diferentes. No final do século XIX, foram criados organismos distintos para promover a raça e as tentativas de padronização foram intensificadas.
Nos Estados Unidos, antes da Guerra Civil Americana, os pequenos Hounds dos Estados do Sul, então chamados Beagles, eram mais do tipo Basset de pernas retas, com cabeça mais fraca e basicamente branco com manchas escuras. Considerados caçadores inteligentes e rápidos, não possuíam silhueta muito elegante.

início da década de 1870, logo após a guerra, alguns criadores americanos começaram a importar beagles ingleses e deram início à criação da raça nos Estados Unidos. Os criadores mais famosos dessa época foram o General Richard Rowlet de Illinois e Norman Elmore de Nova Jersey. Os Beagles passaram a ser reconhecidos pelo American Kennel Club (ACK) em 1884. O primeiro Beagle a ser registrado no AKC, foi Blunder em 1885.
Em 1888 foi fundado nos Estados Unidos o primeiro clube da raça no mundo, o "National Beagle Club of America" quando foram realizadas as primeiras provas de campo para Beagles. Neste período o Beagle passou a ser muito solicitado como cão de exposição e como cão de companhia, devido às suas extraordinárias qualidades e temperamento.
Em 1896 na Inglaterra foi fundado o Beagle Club, que se propunha a reunir os mestres de matilhas de Beagles, o caçador que usava o seu Beagle como arma, o expositor e o proprietário de cães de estimação, tendo como objetivo comum zelar pelos interesses da raça. Neste ano foi realizada a 1ª Exposição especializada em Beagles e a partir daí outras exposições foram realizadas habitualmente. Assim o Clube de Beagles e as exposições deram impulso à criação de Beagles e incentivaram o melhoramento da raça para caça, para exposições e para cão de companhia.

Durante a Segunda Guerra, houve uma grande queda no registro de Beagles na Inglaterra, mas em 1950, os criadores reuniram-se e juntaram esforços para reerguer a raça. Tanto as importações de Beagles dos Estados Unidos como do Canadá serviram para elevar o padrão zootécnico das criações inglesas e para o desenvolvimento da raça na Inglaterra. Em 1960 houve um verdadeira expansão da raça no país graças a esses excelentes padreadores importados e seus descendentes.

Nos Estados Unidos a raça Beagle teve o maior e mais rápido desenvolvimento. Apesar dos Beagles americanos terem se originado dos ingleses, os Estados Unidos conseguiram o aperfeiçoamento da raça bem antes da Inglaterra.


Na década de 60 haviam 3 criadores seletivos de Beagles no Rio de Janeiro, a sra.Serrador, o sr.Bento Soares Sampaio e o sr.René Mustardero.
No início da década de 60 também surgiram canis criando a raça Beagle: o Goldpulver no Rio de Janeiro e o Dreamland em São Paulo.Foram importados muitos exemplares de excelente padrão, vindos dos Estados Unidos e da Inglaterra.
Com o tempo o Beagle foi conquistando o seu lugar nas pistas, como animal de companhia ou de estimação e de caça, graças as suas características, como o seu ótimo temperamento, o pêlo curto e liso, a resistência, o porte, entre outras.
No início dos anos 70 surgiram no Rio de Janeiro o Canil Portezuelo, o Canil Glenrose e o Canil Saramandaia.
Em São Paulo em 1975 o Canil Schroeder's, em 1976 o Canil Camp's Kennels e em 1977 o Bangor´s Beagles. Em Curitiba o Canil Maiorca.
Nos anos 70 totalizavam mais de 130 exemplares da raça no país fruto do surgimento de novos canis e da importação de beagles dos Estados Unidos, Inglaterra e Argentina. Nesta época duas das maiores criadoras de beagles da Inglaterra vieram atuar como juízas em uma exposição realizada em Campinas (SP) e outra em Teresópolis (RJ). No Rio de Janeiro foi fundado o Canil Endless Summer e outros canis foram surgindo, entre eles:
-Dream's Bloom (Tatuí-SP)
-Beagles&cia (Rio de Janeiro-RJ)
-Sema Piracanjuba (Cotia-SP)
-Alicar de Tucum (Embu-Guaçu-SP)
-Bangor vom Rotdornweg (São Paulo-SP).
A raça Beagle teve um grande desenvolvimento no Brasil e os


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Origem e história da raça

 
Anúncio canilO Maltês é a mais antiga das raças toys europeias, e está entre as mais antigas de todas as raças do mundo. A ilha de Malta foi um dos primeiros portos comerciais, visitada por marinheiros fenícios em 1500 a.C. Os cães malteses foram mencionados em documentos já em 300 a.C. A arte grega inclui cães do tipo Maltês desde o século 5 e há evidências de que até mesmo túmulos foram construídos em homenagem a ele. Embora os cães fossem exportados e distribuídos pela Europa e pela Ásia, o grupo de Malta permaneceu relativamente isolado dos outros cães resultando num cão único e que se manteve assim por séculos. Apesar da marca principal do Maltês ser o seu pelo longo, sedoso e branco brilhante, os primeiros Malteses também nasciam em outras cores. No começo do século 14 eles foram levados à Inglaterra onde se tornaram os queridinhos das damas da sociedade. Escritores dos séculos seguintes sempre comentavam sobre seu tamanho pequeno. Esses cães nunca foram banais, e uma pintura de 1830 chamada “O Cão-Leão de Malta, Último da Raça” sugere que a raça pode ter estado em risco de extinção. Pouco depois, dois malteses foram levados à Inglaterra de Manila. Embora fossem presentes para a Rainha Vitória, eles passaram por outras mãos, e seus filhotes se tornaram os primeiros malteses exibidos na Inglaterra. Nessa época, eles eram chamados de Maltês Terrier, apesar da não terem ancestrais terrier nem as características da raça. Na América, os primeiros malteses foram apresentados como “cães-leão maltês”, por volta de 1877. O nome cão-leão vem provavelmente do costume de seus criadores, especialmente na Ásia, de tosá-los para parecerem com leões. O AKC reconheceu o Maltês em 1888. O Maltês cresceu lentamente em popularidade e hoje é um dos toys mais populares.


Fonte: Tudo sobre a raça Maltês http://tudosobrecachorros.com.br/2012/09/maltes.html#ixzz3Zr1c44c8 
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Zoologia é a ciência dedicada ao estudo os animais no que se refere à sua biologia, genética, fisiologia, anatomia, ecologia, geografia e evolução. Em resumo, é a responsável pelo levantamento da diversidade animal, conservação e ampliação das coleções zoológicas e bibliográficas, e identificação e divulgação científica e popular.
A Zoologia oferece o subsídio necessário para a compreensão e a manutenção do equilíbrio ecológicode um determinado meio ambiente. A diversidade animal em nosso planeta é muito maior do que conhecemos. Em termos de Brasil, por exemplo, estudos realizados em 1982 (Coleopterist's Bulletin, 36 (1):74-75) estimam que a diversidade de insetos em nossa floresta amazônica chega aproximadamente a 30 milhões de espécies.
Para a realização deste levantamento são usados inúmeros métodos de coleta, sendo que nem sempre os animais capturados são pegos da mesma forma. Isso faz com que os dados obtidos algumas vezes não possam ser comparados. Daí a necessidade de buscar metodologias que possam comparar entre ambientes e dentro do mesmo ambiente, para que se possa detectar diferentes graus de sensibilidade nos diferentes grupos taxonômicos no que se refere à alterações ambientais.
Esse trabalho alimenta a manutenção das coleções zoológicas, um patrimônio valioso dos organismos da natureza do nosso planeta. No Brasil, essas coleções vêm sendo formadas desde meados do século XIX, tendo no Museu Nacional, sediado no Rio de Janeiro, seu maior repositório. Apesar disto, ainda é um banco de dados em potencial, já que muitos grupos taxonômicos possuem ainda muito poucas espécies identificadas.
Como em qualquer área de estudo, a existência de uma bibliografia é fundamental para se registrar o progresso do conhecimento obtido na Zoologia. Por ser uma constante revisora da história do conhecimento zoológico, a Zoologia precisa ter não só uma bibliografia atual, com as publicações de estudos mais recentes, mas também do que se aprendeu com a natureza desde as primeiras pesquisas zoológicas, o que remete à informações bibliográficas de meados do século XVIII.
As informações que abastecem as coleções zoológicas e bibliográficas partem de centros de identificação, mecanismos ágeis na transferência de informações sobre a biodiversidade para a comunidade científica. Isso torna mais rápido o reconhecimento das espécies, além de facilitar o acesso ao serviço de identificação de outras instituições e pesquisadores, nacionais e estrangeiros, servindo de ponte de ligação entre taxonomistas e comunidade.
taxonomia é o ramo da Biologia que estuda a classificação dos seres vivos, agrupando-os de acordo com o grau de semelhança. Esse agrupamento se dá, progressivamente, na seguinte ordem hierárquica: reino, filo, classe, ordem, família, gênero e espécie. Podem existir sub-divisões para estas categorias, como subgêneros e subfamílias, por exemplo.
Os animais, tal qual as plantas, são conhecidos popularmente por nomes muito variáveis dependendo de um lugar para outro. Na tentativa de universalizar as nomenclaturas, cientistas têm, há muito, procurado criar uma designação internacional para os seres vivos. Para tanto, foi tomado como regra que, na designação científica, os nomes devem ser em latim ou latinizados.
Cada organismo deve ser reconhecido por uma designação binomial, em que o primeiro termo designará o seu gênero e o segundo, a sua espécie. O nome relativo ao gênero deve ser um substantivo simples ou composto, escrito com inicial maiúscula, enquanto que o relativo à espécie deve ser um adjetivo escrito com inicial minúscula. Essa regra não se aplica em casos em que a denominação homenageia uma pessoa célebre.

Segundo a definição do iDicionário Aulete, tigre-de-dente-de-sabre é um “nome comum a vários felídeos pré-históricos, semelhantes ao tigre atual”. O animal, já extinto, também é conhecido como Esmilodonte ou Smilodon e pertence a uma subfamília chamada Machairodontinae. Apesar de bastante utilizado, o nome tigre-de-dente-de-sabre refere-se mais a uma das características mais visíveis do felino, os dois caninos extremamente avantajados e saltados para frente. Porém, o Smilodon não tem nenhuma ligação com o tigre.
Smilodon. Foto: library.ca.gov / Public Domain / via Wikimedia Commons
Smilodon. Foto: library.ca.gov / Public Domain / via Wikimedia Commons
O surgimento do tigre-de-dente-de-sabre ocorreu no período referente ao Plioceno, há cerca de 3 milhões de anos. O animal tinha provável descendência do Megantereon (um dos dente-de-sabre mais antigos), tendo vivido em continentes como a América do Sul e a América do Norte. Sua extinção ocorreu há aproximadamente 10 mil anos. Um dos primeiros naturalistas a descrever o animal foi Peter Wilhelm Lund, de origem dinamarquesa, que foi o pioneiro na descoberta de fósseis do Smilodon populator, em Minas Gerais, na Lagoa Santa, em 1841.
O tamanho deste tipo de felino era bastante variável, sendo que a espécie de maior porte, o citadoSmilodon populator, vivia na América do Sul e chegava a medir mais de 3 m no que se refere ao comprimento, pesando aproximados 900 kg. Em termos comparativos, o animal tinha mais robustez e era maior do que um leão na fase adulta.
Em outro aspecto, o felino era exclusivamente carnívoro, e os dentes caninos superiores que lhe deram o nome controverso de tigre-de-dente-de-sabre tinham medidas que chegavam a até 50 cm de comprimento. Suas mandíbulas apresentavam uma articulação especial, permitindo uma abertura em ângulo de 95 graus. Ou seja, era um dos maiores predadores de seu tempo.
Isso pode ser comprovado pela mordedura do animal, que rompia com rapidez os vasos sanguíneos da garganta da presa, fechava sua traqueia e tirava a sua vida rapidamente. Além disso, o Smilodon tinha musculosas patas dianteiras que o ajudavam a imobilizar a presa, ajudando na precisão da mordida fatal. Para cortar a carne, utilizava seus incisivos projetados à frente, o que evitava a lesão dos caninos.
De acordo com alguns estudiosos, o Smilodon era um animal que vivia em grupos bastante parecidos em organização com os das hienas. Apesar da primeira descoberta de fósseis do animal ter sido encontrada no Brasil, a maior parte provém dos poços de betume, localizados em Los Angeles (EUA).
O tigre-de-dente-de-sabre foi bastante representado na cultura pop. No universo da Marvel Comics, o inimigo mortal do famoso mutante Wolverine leva o nome de Dentes-de-Sabre  (Sabretooth). A espécie também é retratada no filme 10.000 A.C. (2008), do diretor Roland Emmerich.

Biologia Marinha é o ramo da Ciência responsável pelo estudo dos seres vivos que têm o meio marinho como habitat, bem como dos fatores bióticos e abióticos que formam o campo de estudo.
Para que seja compreendida a necessidade de um estudo na área marinha é importante ressaltar que cerca de 71% da superfície terrestre é preenchida pelos oceanos, o que pode ser representado em 361 x 106 Km². O volume médio das águas oceânicas chega, em números aproximados, a 1370 x 106 km³, com uma profundidade média de 3795m.
O início dos estudos marinhos se deu através das pesquisas de Eduard Forbes, considerado o pai daOceanografia. Hoje Oceanografia e Biologia Marinha são ciências afins, porém apresentam algumas diferenças, enquanto a primeira estuda o ambiente marinho em sua totalidade, a segunda se ocupa apenas dos seres que compõe tais ambientes, bem como comportamento, relações e hábitos.
A Biologia Marinha se incumbe de pesquisar todas as características do ambiente marinho enquanto habitat de uma gama de espécies. As principais dessas características são salinidade, disponibilidade de nutrientes, profundidade, pH, iluminação, pressão, incidência de ondas e marés, além das relações interespecíficas, como predação e competição.
Os oceanos consistem no maior reservatório de seres vivos do planeta, e nesse conjunto encontram-se peixes, plânctonszooplânctonsfitoplânctons, bentos, fitobentos, néctons, além de mamíferos, microrganismos e invertebrados marinhos. Os principais ecossistemas investigados pela Biologia Marinha são as praias, os recifes, as zonas costeiras, os manguezais, as plataformas continentais, aszonas profundas (abissais), os costões rochosos, os estuários e as planícies de ervas marinhas.
Há algum tempo atrás, a Biologia Marinha era um dos principais campos de especialização seguido pelos estudantes de Ciências Biológicas, mas hoje, devido à sua enorme abrangência, a Biologia Marinha já se tornou um curso de graduação em várias universidades brasileiras (em específico, nas regiões Sul e Sudeste). O profissional dessa área é responsável por respaldar empresas a encontrar resoluções ambientalmente viáveis de modo para reduzir impactos gerados por atividades econômicas. O mercado de trabalho vem tomando cada vez mais expansão.

vocés sabem o porque da aranha viuva negra ter este nomeNa real, o macho morre acidentalmente. É que ao terminar de depositar os espermatozoides na genitália da fêmea, ele faz uma retirada brusca e quebra seu aparelho reprodutor (bulbo). “Não é sempre que ele perde o bulbo, mas, quando isso acontece, morre por perda de um fluido vital: a hemolinfa. É como se a aranha morresse de hemorragia”, explica Paulo Goldoni, especialista em artrópodes do Instituto Butantan.
Apesar de não matar o parceiro, a reputação de assassina da viúva-negra (Latrodectus mactans) vem do fato de ela se alimentar dele após o acasalamento. A fêmea não faz por mal, apenas se aproveita do cadáver do amante para repor a energia gasta na cópula.